(Resposta, a 16.05.2008, a um comentário posto no blog www.euxz.blogspot.com, do poeta Xavier Zarco)
Ò triste fado poeta
Que ao seu livro a vela acende
Tanto quis ser o profeta
E agora tudo lhe pende
Tanto alisou a barriga
Para agradar ao umbigo
Que ficou qual pau de espiga
Pondo a pichota em perigo
2 comentários:
Olá, Poeta! Gostei muito dos seus versos irreverentes. Saludos. Maria José Limeira.
Maria José Limeira
Belo nome musical
Passei minha vida inteira
Procurando um nome igual
Mas deram-me este Vilaça
Que me arrepia e me enfada
É mesmo um nome sem graça
Feito de cana rachada
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