sexta-feira, 16 de maio de 2008

Epístola 5

(Resposta, a 16.05.2008, a um comentário posto no blog www.euxz.blogspot.com, do poeta Xavier Zarco)

Ò triste fado poeta
Que ao seu livro a vela acende
Tanto quis ser o profeta
E agora tudo lhe pende

Tanto alisou a barriga
Para agradar ao umbigo
Que ficou qual pau de espiga
Pondo a pichota em perigo

2 comentários:

Limeira disse...

Olá, Poeta! Gostei muito dos seus versos irreverentes. Saludos. Maria José Limeira.

Luís Vilaça disse...

Maria José Limeira
Belo nome musical
Passei minha vida inteira
Procurando um nome igual

Mas deram-me este Vilaça
Que me arrepia e me enfada
É mesmo um nome sem graça
Feito de cana rachada